Em vias de acabar
A casa torta da Rainha do Crime, e depois de ter lido compulsivamente seis livros da senhora numa semana, é tempo de enveredar por outros horizontes, já que, como se costuma dizer, tudo o que é demais enjoa. Assim sendo, vou voltar a ler
O Filho de Thor, de uma das minhas escritoras preferidas da adolescência: Juliet Marillier. Impõe-se uma justificação para tal. Só recentemente é que comprei a continuação, em versão de bolso, e é um estilo completamente diferente daquilo que tenho andando a ler ultimamente (que tem passado por Ken Follet, Agatha Christie and so on).
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